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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Kia Cee’d and Pro_cee’d GT

Click to see in high resolutionOnce again the European passion for hot hatches has been satisfied. The mid-sized hatchback will receive the high-performance version both in four and two doors, with a beautiful complete aerodynamic kit, featuring bigger grilles, red calipers and impressive 18” exclusive wheels, not to mention the cabin with Recaro sporty seats, aluminum items and several red details. The turbocharged GDI 1.6L uses direct injection to produce 200 hp, which leads to the 0-60 mph completed in 7s9, always using a six-speed manual transmission.

Volkswagen Golf 4Motion

Click to see the rear pictureAfter that Scandinavian group test whose photos were spreaded all over the Internet, the first member of the seventh-generation Golf siblings is now released. The all-wheel-drive system is now produced by Haldex and became more efficient: the equipment became lighter and has faster power management between the axles according to the demand, which also results at a 4.54 l/100 km fuel consumption. This system will be initially offered with the TDI 105-hp 1.6L and 150-hp 2.0L diesel engines, with a price addition of € 1.800.

Hyundai HB20X

Hyundai HB20XTalvez você lembre da intenção principal que a Hyundai teve ao iniciar toda esta empreitada que atende pelo nome de HB20. Para alcançar uma participação de mercado pelo menos no nível de Citroën, Renault e Peugeot, por exemplo, a coreana manteve a excelente fama iniciada com os modelos mais caros mas agora a estende às categorias de volumes maiores. Em outras palavras, depois de criar um compacto exclusivo para o Brasil, quem poderia duvidar que o próximo passo seria competir entre os aventureiros urbanos?

Como era de se esperar, as imagens oficiais e a publicidade da marca dão a ideia de que este carro consegue transpor trilhas que na realidade pertencem ao naipe de legítimos jipes. Os fatos, no entanto, são que o HB20X traz alterações de monta bem menor, porque sua intenção na verdade não é tão grande assim. A Hyundai brasileira acaba de colocar em prática o que os concorrentes da novidade com certeza farão assim que os seus modelos chegarem à época das novas gerações: aproveitar as vantagens de prever estas versões desde o começo do projeto. Carros como 207 SW, Fox e a própria Palio Weekend surgiram todos antes de este gosto virar uma moda tão forte, de forma que quando ela chegou os fabricantes precisaram recorrer a adaptações. Já o HB20 é um dos primeiros a contar com tal variação de nascença, o que lhe permite resultado visual bem melhor: ele troca o excesso de apliques de plástico, por exemplo, por parachoques exclusivos. Seu ar mais agressivo se faz com aspecto mais volumoso e itens como a grade dianteira bem maior, combinando com o bom gosto dos demais acessórios como o rack de teto e as rodas de liga leve exclusivas. É nada mais que repetir em escala de menor preço o que fabricantes como Audi e BMW fazem há alguns anos com os pacotes esportivos: projetá-los em paralelo com o desenho padrão do carro permite a esses kits complementar o estilo do mesmo, em vez de bifurcar as atenções.

Hyundai HB20XAlém disso, a ausência de mudanças mais extremas como o estepe direcionado à tampa traseira só volta a confirmar que a Hyundai deixou os extremos para seu crossover compacto, que terá a base do HB20 mas chegará nos próximos anos. As únicas mudanças da cabine foram os bancos com dupla costura, pedaleiras em alumínio e o volante revestido em couro na versão Premium, o que tem seu lado bom e ruim: trata-se de ter mantido um interior cuja qualidade já tem ótima aceitação do público, mas simples mudanças como cores de revestimentos e de luzes teriam dado ar muito mais condizente com a proposta da versão nova. O carro sempre usa o 1.6 16v flex de 128 cv, e a versão Style (R$ 48.755) traz de série airbag duplo, ar-condicionado, computador de bordo, Bluetooth, direção hidráulica, farois de neblina, rodas de liga leve aro 15”, sistema de som multimídia (sem CD player) com comandos no volante, trio elétrico e cabine com bancos em azul e console em preto. A Premium (R$ 51.255) soma ar-condicionado mais sofisticado, banco traseiro bipartido, chave multifuncional, palhetas Aeroblade, sensores de estacionamento e crepuscular, vidros com função one-touch e a curiosa opção de trocar o sistema de som por um que traz CD/MP3 player mas perde a conexão Bluetooth, esta opção sem custo extra. É uma pena que os preços sejam salgados já usando o câmbio manual: a caixa automática de quatro marchas passa as versões respectivamente a R$ 51.955 e a R$ 54.455.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Toyota Prius

Toyota PriusEsqueça o breve período em que este carro só foi visto nas ruas da capital paulista e com a cor branca e os adesivos obrigatórios para o uso como táxi. O híbrido mais famoso do planeta agora desembarca em nosso mercado com disponível para qualquer motorista, dando mais um passo de grande importância para a introdução definitiva de veículos mais ecológicos em nosso país. Mas além de todo o enorme carisma que esse carro apresenta, este artigo irá mostrar um pouco do que faz do Prius um carro tão adorado.

Entrar no mundo dos carros elétricos e híbridos requer ver o conceito de carro de uma maneira totalmente nova. Aqui a função de transportar não tem como segunda prioridade desempenho, luxo ou preço baixo como normalmente se vê, mas sim à eficiência. Estes carros focam em realizar sua função principal com os menores consumo de combustível e emissão de poluentes possíveis, de forma que aqui são os outros aspectos que fazem concessões a aqueles. Tudo isso parece muito interessante de ver, mas já representou grandes dificuldades nos primórdios do carro elétrico moderno. A questão é que essa tecnologia só voltou a se desenvolver com mais força na década de 1990, de forma que ainda não existia nada avançado demais. Em outras palavras, o famoso Saturn EV1 e seus contemporâneos não podiam escapar de baterias caras e pesadas, autonomia curta, desenho desagradável e custos altos para comprar e manter, um pacote não exatamente sedutor. Claro que a imagem de famosos comprando carros ecológicos para uso pessoal trouxe ajuda enorme à sua popularidade, mas isso não surgiu já de início. Como as marcas continuavam a investir nessa tecnologia, ela só prosperou quando as mencionadas concessões por parte do consumidor começaram a diminuir.

Toyota Prius 1A fama mundial do Prius só foi começar com a segunda geração, de 2003: o desenho ficava muito mais caprichado, as baterias permitiam maior autonomia e a habitabilidade foi melhorada. Sem contar que neste momento já existiam cada vez mais concorrentes, como o Honda Insight. O futuro desses carros passou a ser ganhar as mais variadas melhorias, porque isso só lhes deixou mais próximos do que o cliente sempre esteve acostumado: era difícil fazê-lo trocar o carro com o qual tem costume por modelos que tinham aquelas desvantagens. Hoje em dia já se provou que tudo isso ficou no passado, primeiro para os híbridos e depois para os elétricos, mas existem concessões “menos graves” que ainda não se podem dispensar mas estão longe de trazer problemas. Um caso é o estilo do Prius: assim como em Leaf, Volt e similares, apurar a aerodinâmica é fundamental para evitar que o arrasto desperdice energia. Aqui se usa o chamado Kammback, em que a suave ascensão da dianteira à capota simula a forma ideal de uma gota, mas termina num corte traseiro bem abrupto; é provado que assim se consegue efeito muito parecido ao de prolongar sua queda até o final. Se o segundo Prius trazia visual ainda insosso, a fase atual deu grande atenção a estilizar tudo o que não implique em fugir do tal formato: itens como os farois recortados, lanternas transparentes e laterais imponentes trazem semelhança com modelos esportivos.

Toyota Prius 2Entrar em carros mais ecológicos já não impressiona tanto, e isso é excelente. Afinal, ainda não se veem ambientes de luxo, mas sim o mesmo que trazem carros a combustão com porte similar, talvez com um toque extra de modernidade por causa das telas em LCD do Prius. O modelo brasileiro traz pacote muito parecido ao dos demais com preço ao redor dos R$ 120.830 que pede, em que os destaques são bancos e volante em material sintético ecológico, sistema de som multimídia com Bluetooth e mapas, entrada sem chave, heads-up display (HUD), sete airbags, freios ABS com EBD e controles de tração e estabilidade, entre outros. Há o motor de ciclo Atkinson a gasolina e o elétrico de 650 V de potência, que combinados geram um máximo de 138 cv, com câmbio CVT. Não é um número surpreendente porque o sistema nunca chega a usar os dois motores nas faixas de potência máxima. Também existe a frenagem regenerativa, o que permite explicar o esquema de funcionamento desse carro como se vê em seu hotsite: a partida e o uso em baixas velocidades se fazem somente no modo elétrico. Em velocidade constante os dois motores se revezam segundo o que for mais eficiente, as altas acelerações usam a maior força do motor a combustão, as desacelerações são aproveitadas para recarregar as baterias e ao parar o carro se usa o sistema start/stop, que desliga o motor até que se dê um toque no acelerador.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Nissan Versa Note

Click to see in high resolutionThis automaker’s politics with its smaller-sized cars isn’t very common. Nissan decided last year that Sentra’s latest generation would be shared with the sedan’s Eastern sibling, Sylphy, in order to reduce costs. Now this strategy will be repeated with the Japanese minivan Note, which was adapted to North America as their new Versa hatchback. The thing is, this car is so different from the sedan that they should even have different names. This article will show what this new hatch-minivan will start to bring next summer.

Although this car shares platform with the sedan just like Versa’s previous generation (which was called Tiida at some countries), its own versions were clearly two variations of the same car. However, the current phase first received the sedan with much lower price, in fact reduced enough to make it compete at the subcompact level, while the hatchback that shares its name is this article’s car. Versa, in fact, looks much more like March/Micra, to the point of they sharing the very same central console. But since the North-American market would never accept a car that small, their choice was to “force” Versa’s line creation with the new car, which will certainly be sold at other markets as a medium-sized hatchback – or even minivan. Nevertheless, this car’s design can be seen as one more proof that Nissan’s idea isn’t to unify their showroom into one single design language, but some of them. So if the sedan now reminds is bigger siblings Altima and Sentra, Note sticks to being the production version of the Invitation concept car. In other words, it brings a very attractive design, without any excess of elements: the front section, for instance, takes all the attention to both the headlights and the grille, with an integrated design which gives an imponent look but also reminds very much of Honda CR-V.

Nissan Versa Note 1Nothing of that comes as a complaint, though. Note’s design could be described as an up-to-date version of what has been seen at Nissan’s hatches and minivans since the last decade. These lines are more sophisticated than Tiida’s and Livina’s, with better-looking volumes, abandoning the excessively straight lines and creases, some aerodynamical aids, like the two strong roof creases, and using much more inspired tridimensional shapes, such as the tail lights. Entering it, the V-platform shows its advantages with a very well-planned room. Subcompacts never give priority to fancy design or top-notch material quality, but to room for five and lots of pratical solutions: this car counts on items such as 60/40 divided rear seats, whose space can be rearranged with the trunk’s: besides using the complete area, there’s an extra floorboard to create a separate space for smaller items, or finish composing a flat space when those seats are down. On the other hand, it’s very nice to see that Nissan has invested very much also at Note’s safety. Offered in four trim levels, this car can come with tire pressure monitoring system, braking system with ABS, BAS and EBD, and stability and traction controls – the S version will start from $ 13,990, but there are also S Plus, SV and SV with SL package.

Nissan Versa Note 2But this car has other concerns, too. In order to take customers from Chevrolet Spark, Hyundai Accent or even Fiat 500, Note received a very good technology package: the multifunctional Intelligent Key opens the doors of a car which can bring keyless entry, electroluminescent dashboard, heated front seats, cruise control, GPS tracking, higher-quality internal illumination and an impressive infotainment system: the 5.8” touchscreen gives access to weather conditions, full navigation system, hands-free text messaging and media streaming over Bluetooth connection, online radio through iPhone internet, rearview monitor with the conventional reverse-gear images displayed at the screen, but also the new Around View Monitor, whose four cameras are set one at each side of the car. They work together to help parking by creating a virtual 360° image of the car, allowing to see the exact space available for each situation. Versa Note will always use a four-cylinder 16-valve 1.6L engine, with 109 hp and 107 lb-ft. It uses front-wheel-drive, double injection, continously variable valve timing and several other technologies to achieve the city and highway mileage of 31 and 40 mpg, respectively – only the entry version brings a five-speed manual transmission, while the others count on the CVT Xtronic gearbox. As usual, this car will be produced in Mexico.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Peugeot 208 Premier

Clique para ver em alta resoluçãoSe você sempre leu as várias publicações da imprensa especializada sem dar muito crédito aos comentários de que este hatchback é um lançamento de extrema importância para a Peugeot brasileira, o anúncio oficial da série que motiva este artigo é a prova que lhe faltava. Já se sabe há muito tempo que o estiloso compacto francês chega ao país em muito breve, e é justamente por isso que o início de sua produção se fará com toda a pompa e a circunstância que só uma edição limitada consegue providenciar.

Muito já se comentou no artigo prévio ao lançamento do 208 sobre o quão necessária era a sua chegada ao Brasil, por motivos variados. Em tempos de concorrência cada vez mais acirrada, oferecer o produto mais atraente da categoria é um objetivo cuja importância já está superando até a de oferecer o produto mais barato, o que se pode ver como mais uma prova de que nosso mercado continua evoluindo. Infelizmente ainda existe muito o que melhorar, mas não se pode negar que em um aspecto nosso público já se equipara ao dos mercados mais exigentes do mundo: ainda que os carros em questão sejam muito diferentes, o brasileiro em geral já superou a época de ter como prioridade única e inabalável aos fatores racionais, seguidos de perto pelas “leis da sabedoria popular”. Questões como desvalorização, facilidade de revenda ou mesmo o tempo que a marca atua no país estão decidindo cada vez menos compras, e cedendo espaço nos cálculos do consumidor a conforto, desempenho, estilo e sofisticação, entre outros. Isso significa que estamos cada vez mais abertos a experimentar as novidades do setor, o que desencadeia uma série de vantagens: um mercado receptivo estimula que cheguem novas empresas e que as antigas ofereçam novos produtos, tornando a oferta final maior do que nunca. E com cada vez mais concorrentes, não resta outra solução às empresas senão melhorar o que vendem. Mas além da forma óbvia de se realizar essas melhorias, como os aspectos citados que o 208 atende com maestria, outro é a necessidade de cada marca achar a sua forma de se diferenciar.

Peugeot 208 PremierExplicar isso nem requer sair do Grupo PSA: basta envolver o Citroën C3, que é o “primo de projeto” do 208. Ambos compartilham plataforma e trem-de-força, mas cada uma cuidou de todo o demais por si só. Design exterior e interior, oferta de itens e arranjo da lista de versões são elementos muito fáceis de modelar, de forma se trabalha neles para firmar a personalidade que cada carro oferece, de forma que mesmo atuando na mesma faixa de preço, esses dois compactos jamais disputem um mesmo cliente. Ou seja, o nível de tecnologia do C3 ganha uma interpretação muito mais esportiva com o modelo da Peugeot. A série Premier tem previsão de entrega para março, um mês da chegada oficial do 208 ao país, e como era de se esperar vem em tiragem de 208 unidades por R$ 54.990 cada – como a marca fez sua pré-venda pela internet há algum tempo, é de se esperar que todas já tenham dono. Seus itens exclusivos são a cor externa fosca e as rodas diamantadas exclusivas, revestimento em couro para alavanca do freio de mão e parte dos bancos, manopla do câmbio cromada e pedaleiras de alumínio. É um pacote fechado que ainda conta com seis airbags, ar-condicionado bizona, central de entretenimento com touchscreen, Bluetooth e GPS, farois com LEDs, freios ABS com EBD e sensores crepuscular, de chuva e de estacionamento dianteiro e traseiro, entre muitos outros itens. O motor é sempre o 1.6 16v FlexStart, de até 122 cv.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Hyundai HB20 2013

Clique para ver em alta resoluçãoEm quatro meses ele já muda para a linha 13/13. Os sistemas de som ganharam Bluetooth, com a versão Comfort 1.6 diferindo das mais caras por vir com tela menor, entrada USB no som (as outras a têm no console) e sem CD player. Seus volantes somaram as teclas de ligações, e os vidros elétricos agora são um-toque e se acionam pela chave. As luzes do painel ficaram todas em azul, vieram palhetas do limpador tipo flat-blade e novos detalhes internos cromados para Comfort Style e Premium e prateados quando com 1.0, entre outros.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Volkswagen Gol e Voyage 1.6 2013

Clique para ver uma foto do VoyageEste tipo de notícia vai ser muito frequente no decorrer deste ano. Logo depois de a Volkswagen fazer a linha completa do Fox sair de fábrica com airbag duplo e freios ABS de série, é a vez de a linha de entrada receber os equipamentos de segurança em algumas de suas versões. Para atender as resoluções do Contran de ter 60% dos modelos atuais com os itens, agora sua oferta se estende de série a todas as versões de hatchback e sedã que contam com o motor 1.6 de potência de 101/104 cv e torque de 15,4/15,6 kgfm.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Hyundai i30 2

Clique para ver em alta resoluçãoVocê lembra de quando o i30 fez sua estreia no Brasil? Enquanto o Sonata começava a revolução de estilo que deu importância mundial à Hyundai, o hatch médio focou no custo/benefício para tentar firmar a marca entre nós, que até então era representada apenas pela importadora Caoa. Mas mesmo com aquelas propagandas de ufanismo cômico, o fato é que aos poucos ele conseguiu prosperar no país, ganhando uma aceitação tão grande que sua segunda geração agora chega em um contexto totalmente diferente.

Além do fato de o modelo destas imagens ser uma geração completamente nova, as diferenças entre ele e o i30 antigo têm outra razão muito importante: elas correspondem a diferentes fases da Hyundai. Lançado em 2007, o primeiro não fugia da sina que acometeu os carros coreanos nessa época: eles usavam construção moderna e já não pareciam tão antiquados como na década anterior, mas não havia inspiração. Eles eram bem diferentes entre si e não haviam muitos desenhos extravagantes ou desequilibrados, mas não chamavam atenção. Careciam de destaque, de algo que fizesse o cliente olhar para um Hyundai, Kia ou SsangYong buscando algo além de um simples meio de transporte. A fase atual do Sonata e a chegada do Kia Soul provocaram enormes mudanças nessa reputação porque as marcas aproveitaram a oportunidade para passar por uma completa melhoria. Pouco a pouco renovaram todos os modelos à venda e criaram novos e melhoraram a qualidade de construção e apostaram em projetos modernos. Isso tornou sua presença cada vez mais importante mesmo nos mercados mais exigentes, a ponto de exercer ameaça até ao mercado das marcas mais tradicionais. Hoje em dia se considera um Hyundai ou um Kia pelas mesmas razões que um Honda, Peugeot ou VW, por exemplo.

Hyundai i30Com isso, depois de se estabilizar nessa posição muito mais confortável, o começo da presente década permitiu certo relaxamento para os coreanos. Nunca no sentido de deixar seus produtos ao sabor do passar do tempo, mas sim sem a necessidade de inventar outra revolução estilística a médio prazo. Isso culmina com a nova geração do i30 porque seu lançamento mundial feito no ano passado mais uma vez comprova que a Hyundai agora se dedica a aperfeiçoar o que criou. O hatchback das fotos passa a ser uma versão dois-volumes do Elantra, para aproveitar a excelente aceitação que ele já garantiu mundo agora – aqui os nomes diferentes se mantiveram, mas nos Estados Unidos o i30 é chamado Elantra GT. Claro que nada disso impediu o i30 de ter suas particularidades de estilo, muito pelo contrário. Enquanto o irmão aposta numa profusão de cortes com formas mais arredondadas, o estilo do hatchback é mais retilíneo. Talvez para agradar os homens, a esportividade do novo i30 começa com os arcos cromados que dão uma nova interpretação à famosa grade hexagonal bipartida. Os farois esguios ainda estão lá, mas trazem um esquema interno em duas cores que combina muito bem com os vistosos farois de neblina. As laterais sugerem imponência com a linha de cintura bem elevada e em subida, e contam com muito bom gosto no recorte das janelas e na escolha de vincos. Já a traseira conta com a elegância das lanternas não tão esguias como no sedã e formas sem excesso de volume.

A cabine evoluiu muito em todos os aspectos, não só no belo desenho que mistura as cores preto e prata combinando à iluminação azul já característica da Hyundai. Até o momento o novo i30 está sendo oferecido apenas em pré-venda na rede de concessionárias, por enquanto em versão única. Ele traz airbag duplo, ar-condicionado digital, freios com ABS e EBD, navegador GPS, rodas de liga leve aro 17”, sistema de som multimídia com controles no volante e sistemas de abertura das portas e partida do motor sem chave, entre outros itens – apenas o teto solar será um opcional. Já o trem-de-força teve mudanças dos dois tipos: a transmissão automática agora tem seis marchas, mas o motor passou a ser o 1.6 16v flex de 128 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, que equipa o Veloster e até mesmo o HB20. Ainda se pode esperar por opções com câmbio manual e motor 2.0, esta para daqui a mais tempo, mas o maior problema do novo i30 é o preço: cobrar R$ 75.000 pela versão citada só se explica ao considerar argumentos supérfluos como o veículo ser a última novidade da marca ou mesmo que terá demanda muito grande. Sem contar que outra vez a importadora Caoa restringe a paleta de cores ao preto e ao prata. A estratégia usada nas revendas até agora é de o cliente assegurar sua unidade com adiantamento de 10% do valor, para receber o carro 30 dias depois e finalizar a transação.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Nissan Leaf 2013

Nissan Leaf 2013If you’re still amazed with how many hybrid vehicles are seen in nowadays, it’s time to catch up: the fully electric vehicles have also became so popular that they’re already creating their very own competition, apart from the first kind of ecologically-propelled. Even though the EVs market is still composed mostly of one vehicle for each brand, many of them have similar prices and therefore aim to the same customers. This was Nissan’s precise concern when giving Leaf the updates that characterize its latest model year.

Having few and very different competitors may paint the picture that the North-American EVs are an easy market to succeed, but the fact is the exact opposite. Nissan decided to enter using the most generic body for a city car, thinking it would be easy for a hatchback to attract many kinds of buyers. Chevrolet, in turn, placed their bets on a very stylish sedan with Volt. Mitsubishi created the i subcompact probably to compensate the electric systems’ higher prices with a smaller car, while Ford prefers electric versions, probably to make use of the conventional vehicles’ charisma rather than submitting new names and images to public acceptance. And Fiat combines the two last strategies with 500e. All of that came to explain that it’s very easy to lose sales at these markets: someone who wants bigger space will never take a Mitsubishi i, while the tight-budget ones won’t look to a Ford C-Max Energi. While Leaf’s sales still don’t push Nissan into creating new body versions, they’ve made some efforts at pleasing the North-Americans a little more. This car is now produced at their Tennessee plant and received some visual enhancements, such as new wheels design and color options, and a rear air diffuser, to improve the aerodynamics. Not to mention the new entry version: now there’s the upmarket SL, the mid-level SV and the cheaper S.

Nissan Leaf 2013The price reduction came from taking away the cruise control, navigation and the remote-access systems, along with smaller steel wheels with plastic covers, only one internal coating option and the 4.3” LCD screen, instead of SV and SL’s 7” one. While S’s interior only comes in black, SV receives better-quality materials in gray or black and SL uses black leather, but heated seats are now a standard item. Leaf S brings a 3.6-kW charger while the others use a 6.6-kW, this one now enabling full charge in four hours with a 220V outlet – there’s also a quick-charge port to recharge at public stations. The engine wasn’t touched, but both the heater system and the regenerative braking were improved, and the navigation system now finds the “eco routes” to the driver, which are more energy-efficient courses to a given destination. The official consumption rates haven’t been released yet, but Nissan has improved Leaf’s warranty: eight years or 100,000 miles for the battery system as always, but with a new item: the dashboard brings a capacity gauge. If this 12-bar display falls below nine bars, it means the batteries now have around 70% of the original capacity. If this is achieved within five years or 60,000 miles, Nissan will replace the battery pack. More information about this car is expected at the upcoming Detroit Auto Show.