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sábado, 26 de janeiro de 2013

Toyota Prius

Toyota PriusEsqueça o breve período em que este carro só foi visto nas ruas da capital paulista e com a cor branca e os adesivos obrigatórios para o uso como táxi. O híbrido mais famoso do planeta agora desembarca em nosso mercado com disponível para qualquer motorista, dando mais um passo de grande importância para a introdução definitiva de veículos mais ecológicos em nosso país. Mas além de todo o enorme carisma que esse carro apresenta, este artigo irá mostrar um pouco do que faz do Prius um carro tão adorado.

Entrar no mundo dos carros elétricos e híbridos requer ver o conceito de carro de uma maneira totalmente nova. Aqui a função de transportar não tem como segunda prioridade desempenho, luxo ou preço baixo como normalmente se vê, mas sim à eficiência. Estes carros focam em realizar sua função principal com os menores consumo de combustível e emissão de poluentes possíveis, de forma que aqui são os outros aspectos que fazem concessões a aqueles. Tudo isso parece muito interessante de ver, mas já representou grandes dificuldades nos primórdios do carro elétrico moderno. A questão é que essa tecnologia só voltou a se desenvolver com mais força na década de 1990, de forma que ainda não existia nada avançado demais. Em outras palavras, o famoso Saturn EV1 e seus contemporâneos não podiam escapar de baterias caras e pesadas, autonomia curta, desenho desagradável e custos altos para comprar e manter, um pacote não exatamente sedutor. Claro que a imagem de famosos comprando carros ecológicos para uso pessoal trouxe ajuda enorme à sua popularidade, mas isso não surgiu já de início. Como as marcas continuavam a investir nessa tecnologia, ela só prosperou quando as mencionadas concessões por parte do consumidor começaram a diminuir.

Toyota Prius 1A fama mundial do Prius só foi começar com a segunda geração, de 2003: o desenho ficava muito mais caprichado, as baterias permitiam maior autonomia e a habitabilidade foi melhorada. Sem contar que neste momento já existiam cada vez mais concorrentes, como o Honda Insight. O futuro desses carros passou a ser ganhar as mais variadas melhorias, porque isso só lhes deixou mais próximos do que o cliente sempre esteve acostumado: era difícil fazê-lo trocar o carro com o qual tem costume por modelos que tinham aquelas desvantagens. Hoje em dia já se provou que tudo isso ficou no passado, primeiro para os híbridos e depois para os elétricos, mas existem concessões “menos graves” que ainda não se podem dispensar mas estão longe de trazer problemas. Um caso é o estilo do Prius: assim como em Leaf, Volt e similares, apurar a aerodinâmica é fundamental para evitar que o arrasto desperdice energia. Aqui se usa o chamado Kammback, em que a suave ascensão da dianteira à capota simula a forma ideal de uma gota, mas termina num corte traseiro bem abrupto; é provado que assim se consegue efeito muito parecido ao de prolongar sua queda até o final. Se o segundo Prius trazia visual ainda insosso, a fase atual deu grande atenção a estilizar tudo o que não implique em fugir do tal formato: itens como os farois recortados, lanternas transparentes e laterais imponentes trazem semelhança com modelos esportivos.

Toyota Prius 2Entrar em carros mais ecológicos já não impressiona tanto, e isso é excelente. Afinal, ainda não se veem ambientes de luxo, mas sim o mesmo que trazem carros a combustão com porte similar, talvez com um toque extra de modernidade por causa das telas em LCD do Prius. O modelo brasileiro traz pacote muito parecido ao dos demais com preço ao redor dos R$ 120.830 que pede, em que os destaques são bancos e volante em material sintético ecológico, sistema de som multimídia com Bluetooth e mapas, entrada sem chave, heads-up display (HUD), sete airbags, freios ABS com EBD e controles de tração e estabilidade, entre outros. Há o motor de ciclo Atkinson a gasolina e o elétrico de 650 V de potência, que combinados geram um máximo de 138 cv, com câmbio CVT. Não é um número surpreendente porque o sistema nunca chega a usar os dois motores nas faixas de potência máxima. Também existe a frenagem regenerativa, o que permite explicar o esquema de funcionamento desse carro como se vê em seu hotsite: a partida e o uso em baixas velocidades se fazem somente no modo elétrico. Em velocidade constante os dois motores se revezam segundo o que for mais eficiente, as altas acelerações usam a maior força do motor a combustão, as desacelerações são aproveitadas para recarregar as baterias e ao parar o carro se usa o sistema start/stop, que desliga o motor até que se dê um toque no acelerador.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Nissan Versa Note

Click to see in high resolutionThis automaker’s politics with its smaller-sized cars isn’t very common. Nissan decided last year that Sentra’s latest generation would be shared with the sedan’s Eastern sibling, Sylphy, in order to reduce costs. Now this strategy will be repeated with the Japanese minivan Note, which was adapted to North America as their new Versa hatchback. The thing is, this car is so different from the sedan that they should even have different names. This article will show what this new hatch-minivan will start to bring next summer.

Although this car shares platform with the sedan just like Versa’s previous generation (which was called Tiida at some countries), its own versions were clearly two variations of the same car. However, the current phase first received the sedan with much lower price, in fact reduced enough to make it compete at the subcompact level, while the hatchback that shares its name is this article’s car. Versa, in fact, looks much more like March/Micra, to the point of they sharing the very same central console. But since the North-American market would never accept a car that small, their choice was to “force” Versa’s line creation with the new car, which will certainly be sold at other markets as a medium-sized hatchback – or even minivan. Nevertheless, this car’s design can be seen as one more proof that Nissan’s idea isn’t to unify their showroom into one single design language, but some of them. So if the sedan now reminds is bigger siblings Altima and Sentra, Note sticks to being the production version of the Invitation concept car. In other words, it brings a very attractive design, without any excess of elements: the front section, for instance, takes all the attention to both the headlights and the grille, with an integrated design which gives an imponent look but also reminds very much of Honda CR-V.

Nissan Versa Note 1Nothing of that comes as a complaint, though. Note’s design could be described as an up-to-date version of what has been seen at Nissan’s hatches and minivans since the last decade. These lines are more sophisticated than Tiida’s and Livina’s, with better-looking volumes, abandoning the excessively straight lines and creases, some aerodynamical aids, like the two strong roof creases, and using much more inspired tridimensional shapes, such as the tail lights. Entering it, the V-platform shows its advantages with a very well-planned room. Subcompacts never give priority to fancy design or top-notch material quality, but to room for five and lots of pratical solutions: this car counts on items such as 60/40 divided rear seats, whose space can be rearranged with the trunk’s: besides using the complete area, there’s an extra floorboard to create a separate space for smaller items, or finish composing a flat space when those seats are down. On the other hand, it’s very nice to see that Nissan has invested very much also at Note’s safety. Offered in four trim levels, this car can come with tire pressure monitoring system, braking system with ABS, BAS and EBD, and stability and traction controls – the S version will start from $ 13,990, but there are also S Plus, SV and SV with SL package.

Nissan Versa Note 2But this car has other concerns, too. In order to take customers from Chevrolet Spark, Hyundai Accent or even Fiat 500, Note received a very good technology package: the multifunctional Intelligent Key opens the doors of a car which can bring keyless entry, electroluminescent dashboard, heated front seats, cruise control, GPS tracking, higher-quality internal illumination and an impressive infotainment system: the 5.8” touchscreen gives access to weather conditions, full navigation system, hands-free text messaging and media streaming over Bluetooth connection, online radio through iPhone internet, rearview monitor with the conventional reverse-gear images displayed at the screen, but also the new Around View Monitor, whose four cameras are set one at each side of the car. They work together to help parking by creating a virtual 360° image of the car, allowing to see the exact space available for each situation. Versa Note will always use a four-cylinder 16-valve 1.6L engine, with 109 hp and 107 lb-ft. It uses front-wheel-drive, double injection, continously variable valve timing and several other technologies to achieve the city and highway mileage of 31 and 40 mpg, respectively – only the entry version brings a five-speed manual transmission, while the others count on the CVT Xtronic gearbox. As usual, this car will be produced in Mexico.